Emergency Drops

Emergency Drops

Qual o desfecho de pacientes mal triados no departamento de emergência?

Estudo observacional retrospectivo.

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Julio Marchini
fev 26, 2026
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Emergency Drops. Edição para Assinantes.

Os departamentos de emergência precisam estar preparados para atender pacientes que rapidamente podem ter um desfecho ruim. Dessa forma, a prioridade de atendimento não é a ordem de chegada, e sim a potencial gravidade do quadro. Múltiplos sistemas foram desenvolvidos para realizar essa classificação de risco. No Brasil, são usados sistemas como o Manchester Triage System, o Emergency Severity Index e o Acolhimento com Classificação de Risco (ACCR) da PNH/HumanizaSUS. Esses sistemas precisam ser ágeis para atender uma demanda de classificação de forma rápida e tentar minimizar erros. Os erros possíveis são dois. A subtriagem do risco, na qual há uma falha em identificar a gravidade de um paciente. Também temos a supertriagem do risco, na qual os recursos de um setor recebem um paciente que poderia ter sido alocado em uma classificação menor. Ambos são problemas, mas a subtriagem é mais grave e os sistemas de triagem priorizam supertriar do que subtriar. Os autores, Dana Sax, Margaret Warton, Dustin Mark, Tina Vitale-McDowell, Daniel DiLena, Adina Rauchwerger e Mary Reed, buscaram avaliar as consequências da triagem incorreta. O estudo, “Association Between Emergency Department Undertriage or Overtriage With Timeliness of Care and Patient Outcomes” foi publicado no Annals of Emergency Medicine.

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